

Como os juros afetam as empresas e a população brasileira
Saiba como os juros impactam empresas e população no Brasil. Descubra estratégias para usar a taxa de juros nos seus investimentos e otimizar seus ganhos.
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Todo investidor deve ter um “porto seguro” em momentos de instabilidade ou crise, por isso você precisa saber o que é a reserva de valor. O mundo dos investimentos é feito de inúmeros termos para identificar estratégias e técnicas, e algumas delas, são obrigatórias do nível iniciante ao avançado. Reserva de valor é um desses termos que você precisa conhecer! O que é reserva de valor? Ela é parte do seu patrimônio que você separa para investir em ativos de valor, inclusive físicos. Esses ativos específicos são o que os investidores acreditam que em tempos de crise terão seu valor preservado independente do tempo que passe e do cenário que se estabeleça, como por exemplo, oscilações do mercado ou crises financeiras. Reserva de valor tem a ver com SEGURANÇA e NÃO rentabilidade. Por isso, nós sempre defendemos que o ideal é ter uma carteira diversificada, pois nela os ativos da reserva de valor, desde que você escolha os certos para você, não serão afetados como uma carteira que é feita 100% de ações, por exemplo. Reserva de emergência Reserva de valor e reserva de emergência NÃO são a mesma coisa. A reserva de valor deixa uma parte do seu patrimônio seguro. Já a reserva de emergência, que também é muito importante, deve ser usada em caso de situações inesperadas. Não confunda! O que determina um item como reserva de valor? Para que um item seja considerado uma reserva de valor, precisa cumprir estes 5 requisitos: Tipos de reserva de valor Confira abaixo quatro ativos usados como reserva de valor: Ouro – o ouro é a mais tradicional reserva de valor devido sua natural escassez e facilidade de negociação, pois atualmente há maneiras de adquiri-lo até de forma digital. Em caso de problemas sistêmicos, provavelmente ele será valorizado e você estará protegido. Sabia que o ouro valorizou mais de 50% durante a pandemia? Dólar/ Euro – devido sua força, o dólar é a moeda que tende a se valorizar frente a outras mais frágeis, como o real, por exemplo. O Euro é a mesma coisa. Assim como o ouro, atualmente você pode dolarizar seu patrimônio de forma digital. Imóveis/ terrenos – talvez esta seja a reserva de valor mais usada no Brasil. Terrenos e imóveis, a longo prazo, tendem a valorizar. MAS ATENÇÃO: a liquidez deste tipo de ativo é baixa caso você precise do dinheiro em 10 dias, por exemplo. É importante também considerar os gastos que esse ativo pode gerar, como documentação e custos. Bitcoin – este é um ativo que tem sido considerado por muitos investidores como potencial nova reserva de valor. Assim como o ouro, o Bitcoin tem limitação para novas emissões, liquidez e pode ser comprada e vendida ou trocada por mercadorias. O que chama a atenção, é que nos últimos anos, inclusive na pandemia, o Bitcoin teve uma valorização de mais de 300%, o que a faz ser potencialmente muito interessante como investimento. Agora devemos observar como serão os próximos anos. Prata – a prata tem se popularizado como reserva de valor devido seu uso em aplicações industriais e é tão segura quanto o ouro, porém menos valioso. Quando devo realizar minha primeira reserva? Assim que seus investimentos tomarem uma proporção que te dê a possibilidade de variar sua carteira de investimentos, é a hora certa! Precisa de ajuda para diversificar sua carteira e escolher a reserva de valor ideal para você? Entre em contato com os especialistas da Phygo em www.phygo.com.br ou mande uma mensagem pelo whatsapp (12) 92001-7687.
A escolha entre comprar uma casa ou morar de aluguel pode causar certo conflito interno. Entenda como tomar a decisão certa para você. Quando o assunto é escolher um lugar para morar, a dúvida mais comum é: comprar ou alugar? E a resposta é: depende. A maioria dos brasileiros são levados a pensar que casa própria significa estabilidade, mas muitos especialistas financeiros discordam dessa visão. A realidade é que não tem certo ou errado, pois tudo depende muito do seu momento de vida e também do seu nível de investidor. Por isso, vamos te ajudar a tomar a decisão ideal para o seu caso. Veja abaixo o que você pode levar em consideração. Valor de compra vs. valor do aluguel dos imóveis de sua preferência Já fez essa pesquisa? O valor dos imóveis pode variar muito de acordo com a localização em que você deseja viver. Então, fique atento se o valor do aluguel não é parecido com o valor da parcela de compra ou do financiamento. Se possível, busque um aluguel mais baixo para que você tenha capital para investir em outros ativos. Lembre-se também de levar em consideração o valor de reajuste anual dos aluguéis. Assim, você pode avaliar qual dessas opções é mais vantajosa para você. Comprar uma casa à vista ou financiar? Alguns especialistas dizem que, quando você tem um perfil de investidor ativo, o ideal é que o imóvel que você deseja comprar à vista não ultrapasse ⅓ do seu patrimônio total. Já o financiamento é mais indicado para pessoas que não têm perspectiva de crescimento de renda, não correm risco de ficar desempregadas, não desejam investir (o que nós não aconselhamos) e preferem um lugar seguro para viver nos próximos anos.Para o caso de imóveis de baixa renda, realmente o financiamento é mais interessante, mas fique atento à taxa de juros que está embutida no valor do crédito imobiliário. O valor que você vai pagar em trinta anos, por exemplo, pode ser três vezes maior do que aquele que você pegou emprestado. Sua situação financeira e estilo de vida Essa questão é super importante e deve ser bem avaliada antes da decisão de investir em um imóvel. Como você se vê daqui alguns anos? Para quem deseja aumentar sua renda, ter uma carteira de investimentos diversificada ou virar um investidor, e deseja morar em outros lugares ao longo da vida, talvez não seja uma boa ideia comprar um imóvel. Foque em investir e aumentar seu patrimônio. Agora, se você não pretende ver seu rendimento mensal crescer, fazer rendas extras, ou se você não deseja mudar de casa nos próximos trinta, quarenta anos, investir em uma casa pode ser uma boa ideia. Nesses casos, ter um imóvel próprio pode representar estabilidade, segurança e que você deseja aquele bem de consumo para reformar e decorar como quiser. Lembrando que neste último item, você colocará ainda mais dinheiro nele a cada reforma. Quando falamos sobre um investimento alto em imóveis, vale a pena colocar na balança as taxas de juros do aluguel ou das parcelas de compra/financiamento, analisar o ciclo imobiliário para entender se aquele é o melhor momento de investir e pensar quais são suas opções de investimento que não sejam em uma casa, já que nem sempre ela irá valorizar.Quer entender mais sobre o setor imobiliário? Confira a nossa transmissão onde comentamos diversos pontos da área com um especialista da nossa região. O que esperar do setor imobiliário no Vale do Paraíba. Precisa de ajuda para decidir? Converse com os especialistas da Phygo em www.phygo.com.br ou mande uma mensagem pelo whatsapp (12) 92001-7687.
A renda variável é um tipo de investimento no qual o ganho não pode ser dimensionado no ato da negociação. Isso se deve pela forma como esse investimento gera retorno, tendo seus ganhos com base na lucratividade de empresas ou fundos de investimentos por exemplo. Nesse sentido é importante salientar que as variações do investimento podem ser positivas ou negativas, caracterizando a categoria como agressiva ou de maior risco, contudo, quando se fala em lucratividade, os ganhos tendem a ser maiores. Agora a renda fixa nos proporciona uma maior segurança, pode nos apresentar um ganho menor, mas ainda sim, relevante. Ao investir nesse tipo de ativo, você não verá seu capital investido diminuir ao aplicá-lo, Investimentos como esses já estão dando grandes oportunidades para quem consegue investir uma parcela do salário todos os meses. Em uma economia instável como vimos nos últimos anos é possível desfrutar de grandes oportunidades tanto na renda variável quanto na renda fixa. Renda Fixa A renda fixa se trata de um tipo de investimento no qual o seu dinheiro é emprestado alocado em títulos, públicos ou privados e devolvido a você com uma taxa pré determinada ou mesmo uma taxa determinada após um período estabelecido. Sua principal característica é uma estimativa mais assertiva com relação ao retorno do investimento.Na renda fixa é possível buscar investimentos atrelados à inflação e CDI que no caso são os pós-fixados, por não termos certeza da sua rentabilidade ao aplicarmos o nosso capital. Isso faz com que seja uma ótima maneira de ganhar da inflação, já que encontramos títulos onde podemos investir com garantia de uma rentabilidade no valor da inflação mais um valor já pré definido. Outro ponto importante da renda fixa é que ela é a melhor maneira de alocar o seu caixa e sua reserva de emergência, nesses dois casos o mais importante é a liquidez e a segurança dessa aplicação. Também é bom lembrar que você poderá investir diretamente nesses títulos de renda fixa pelo seu banco ou sua corretora de investimentos, lá você poderá encontrar e escolher entre diversos ativos de renda fixa. Quais são os principais títulos de renda fixa no Brasil? LCI/LCA Começando pelo LCI ou Letra de Crédito Imobiliário é um investimento onde o capital aplicado é direcionado ao financiamento do setor imobiliário. Já o LCA são as siglas de Letra de Crédito do Agronegócio, parecido com o LCI, mas o valor investido será dirigido ao setor do agronegócio.Esses títulos são emitidos pelos bancos, ao investir nessa categoria de ativo o investidor estará fazendo um empréstimo para o banco em troca a instituição financeira devolverá uma rentabilidade pré ou pós-fixada, segura e isenta de imposto. CDB e CDI Certificado de Depósito Bancário, o famoso CDB, nada mais é que um empréstimo que o investidor faz para instituições financeiras, que no que lhe concerne devolvem uma rentabilidade. Já o CDI é o que define essa rentabilidade atrelada à taxa da Selic. Tesouro Direto Ao investir no Tesouro Direto você estará emprestando o seu dinheiro para o governo, que te pagará juros sobre o valor investido, ao aplicar no tesouro você poderá escolher entre os títulos que podem ser atrelados a taxa de juros ou inflação. Além de escolher entre os títulos você também escolherá a data de vencimento desse ativo, que será quando você irá fazer a retirada do valor investido com a rentabilidade, se porventura o investidor fizer essa retirada antes da data de vencimento ele pode acabar perdendo uma parte do valor investido. Renda variável A renda variável pode apresentar diversas oportunidades para quem decide investir nela, ao contrário da renda fixa onde você encontra aplicações seguras, a renda variável apresenta riscos, podendo ser altos ou baixos dependendo da maneira e dos ativos que você investe. Mas os riscos trazem um grande potencial de ganho ou até explosivo, principalmente para os investidores de longo prazo. Outro ponto que essa classe de ativos nos proporciona é a renda passiva, vinda de dividendos, que é um valor pago pelas empresas aos acionistas referente ao lucro da companhia.Esse tipo de investimento vem chamando cada vez mais atenção no Brasil, pela quantidade de notícias e influenciadores da área financeira surgindo a cada dia. Como diminuir os riscos? O grande medo de muitas pessoas com vontade de entrar para a renda variável é o risco que ronda essa categoria de investimento, mas existem maneiras de diminuí-los que dependem apenas de como o investidor gere a sua carteira. Uma das formas é a diversificação, ao colocar ativos de diversos setores, categorias e até de regiões você cria uma segurança para a sua carteira e aumenta as suas garantias de uma boa rentabilidade ao longo do tempo. Podemos entender esse ponto com o seguinte exemplo: imagine se em 2020 você tivesse apenas ações brasileiras dos setores de varejo, turismo e aéreo? Provavelmente teria amargado um grande prejuízo. Mas se além de ações desses setores, se você também tivesse ações de empresas de energia, finanças, saneamento e também investimentos atrelados a moedas fortes, você provavelmente teria reduzido os seus prejuízos durante aquele ano mesmo em meio a uma crise. Outra maneira que pode praticamente garantir um bom retorno na renda variável é o investimento a longo prazo, o famoso ‘buy and hold’ ou em português comprar e manter, onde você visa apenas comprar ações das melhores empresas do mercado e mantém elas em carteira por vários anos. Mas vamos lá, quais são os principais ativos de renda variável hoje no Brasil? Ações A ação é uma pequena parcela do capital de uma empresa, que pode ser negociada na bolsa de valores, ao comprar ações de uma determinada organização você acaba se tornando sócio dela. Ao adquirir essa classe de ativo, essa parte do seu patrimônio está exposto ao setor e tudo que envolve a companhia. A cotação, no caso, o valor da ação segue o lucro da empresa, portanto o esperado é que quanto maior o lucro mais o empreendimento e o papel se valorizem com o tempo.
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